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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Advogada ateísta lança seguro contra arrebatamento para americanos

O pastor Harold Camping afirma que o arrebatamento ocorrerá no próximo dia 21, os maias acreditavam que o mundo acabaria em 2012, a Bíblia diz que Jesus pode voltar a qualquer momento.

O que fazer com os seus entes queridos e suas posses quando isso ocorrer? Se você é um bom cristão não tem com o que se preocupar, mas e os seus parentes que não compartilham da sua fé, e o seu bichinho de estimação? Procurando resolver qualquer tipo de preocupação quanto a isso, a advogada Cynthia MacGregor promete lhe dar tranquilidade em relação a tudo o que você pode deixar para trás.

Ela criou o que chama de ”Procuração religiosa”, que funciona como espécie de seguro contra o fim do mundo. Por 130 dólares você pode deixar aos cuidados de Cynthia e sua equipe todas as questões que afligem os crentes que não estarão mais na Terra para supervisionar as coisas.

“Tenho certeza que você entende o poder de um bom advogado “, ela aconselha, “uma pessoa que você escolher poderá cuidar de seus negócios, suas propriedades, animais de estimação, pais, filhos, amigos, em sua ausência durante um evento religioso que afetar sua vida”.

Como ela não acredita no que a Bíblia diz nem nas previsões do final do mundo, e portanto não será arrebatada, ela garante que irá cuidar de tudo pessoalmente.

Seja qual for a calamidade, o seguro religioso do escritório de MacGregor entra em vigor assim que qualquer um dos seguintes eventos ocorrer:

O arrebatamento do dia 21 de outubro, Fim dos Tempos, O Fim dos Dias, A hora final, A tribulação, A guerra do Armagedom, A chegada do Anticristo, A Segunda Vinda, Dispensação Final, O Juízo Final, O Dia do Juízo, Dia do Julgamento, O Último Dia, O dia do Juízo, O fim do mundo.
Se você é de outra religião e espera por qualquer evento de extinção, também existes alternativas de seguro contra:

O fim do mundo segundo o calendário maia, A Kali Yuga, A Idade das Trevas, O declínio do Budismo, O julgamento de Maomé, Uma invasão alienígena. 


Fonte: Gospel Prime


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Quem pode entender a mulher?

“Veio uma mulher de Samaria tirar água. E disse-lhe Jesus: Dá-me de beber”. (Jo 4:7)
Mulheres, como alguém pode nos entender?
Somos consideradas o sexo frágil, mas somos capazes de dar a luz no que chamam de parto normal. Quem vai nos entender?
Se rimos quando estamos nervosas e choramos ao ouvir uma declaração amor…
Mulher é complicada mesmo, quem tem cabelo cacheado quer alisar, quem tem cabelo liso é só ter uma festa para fazer cachinhos. Se é loira pinta de preto, se é morena, faz luzes até ficar loira.
Tem mulheres que não sabem se casam ou se compram uma bicicleta…
Como entender uma mulher que passa a noite acordada cuidando do filho e às seis da manhã começa a se arrumar para ir para o trabalho?
E as mulheres que trabalham em até três empregos para sustentar sua casa?
Ou como entender uma mulher que abre mão de ter uma vida profissional bem sucedida para ficar cuidando bem de perto de sua família?
São tantos anseios e preocupações… angústias… mágoas… medos…
Como entender nossos sonhos, nossos sentimentos?
Tem mulher que quer uma coisa e faz outra totalmente diferente…
que quer paz, mas corre para a confusão…
quer amor verdadeiro, mas procura onde não existe amor…
quer segurança e proteção mas não vai para um lugar seguro…
Quem pode entender as mulheres?
O apóstolo João conta a história de uma mulher comum, que realizava suas tarefas do dia, mas era muito sofrida, teve desilusões (você já se iludiu alguma vez?), sofreu (você sabe o que é isso?), foi magoada (já magoaram você?), mas ela não desistia, estava sempre lutando para ser feliz de verdade.
Desejava ser amada, respeitada, queria carinho, atenção…
Ela teve cinco casamentos frustrados…fracassados…por fim, já não acreditava mais no matrimônio, tentando ainda ser feliz de alguma forma, aceitou ser amante.
Por conta desses fracassos do passado, ela era rejeitada pelos homens e pelas mulheres, mas ninguém sabia do que ela realmente precisava, não sabiam como estava seu coração, não entendiam tudo o que já havia sofrido.
Pois ninguém entendia os sentimentos daquela mulher, ninguém podia ver o que havia dentro do coração dela.
Assim como as pessoas não podem ver o que há dentro do seu coração.Ela desejava tanto ser feliz e lutava por isso, mas lutava da maneira errada,
sim fez coisas erradas…
Não havia encontrado ainda uma pessoa disposta a ajudá-la.
Um dia, ela nem esperava, mas encontrou alguém que entendia seus sentimentos.
Ele falou com tanta doçura, com tanto amor, ele disse que seria capaz de mudar a vida dela, e mudou.
E ele pode mudar a sua vida. O nome dele é Jesus, o Cristo!
Thaís Ottesen congrega na IAP em Santo Ângelo (RS).

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Pode acreditar, sua hora vai chegar

Então veio um homem que se pôs a lutar com ele até o amanhecer. Quando o homem viu que não poderia dominá-lo, tocou na articulação da coxa de Jacó, de forma que lhe deslocou a coxa, enquanto lutavam. (Gn 32:24-25)

Nascer num lar cristão tem muitas vantagens; dentre elas, o fato de se ouvir, desde o ventre da mãe, hinos, orações, leituras da Bíblia, e o privilégio de participar, desde criança, da comunidade cristã. Quem teve essa graça, deve sentir-se feliz. Mas, infelizmente, há aqueles que usam isso para se exaltar, dizendo: “Graças a Deus, já nasci ‘crente’! Tenho pena daqueles que não tiveram a mesma formação que eu tive!” Será que os crentes “de berço” devem se sentir superiores às demais pessoas? É claro que não. Hoje, vamos aprender que todos, independentemente do lar em que nascemos, precisamos passar por um momento decisivo.

Jacó tivera a honra de nascer num lar que adorava e servia o Senhor. Antes mesmo de nascer, sua vida já tinha a interferência do Deus verdadeiro. Ele ouvia seus pais contarem a respeito das promessas que o Senhor fizera a Abraão e de como as cumprira fielmente. Que privilégio! Jacó vivia seguro com a fé de seus pais. Isso parecia ser tudo de que precisava. Era mesmo? A palavra de Deus nos informa que, apesar de todas as informações que Jacó possuía a respeito do Senhor, ele ainda não andava com Deus; seu coração precisava ser transformado (Gn 27).

Por haver tomado a bênção que pertencia a seu irmão mais velho, Esaú, Jacó precisou fugir de casa. Certa noite, quando ainda estava a caminho da casa de seu tio, Labão, o moço teve um lindo sonho em que Deus lhe aparecia e lhe fazia promessas (Gn 28:10-22). Após esse episódio, Jacó fez seu primeiro pacto com o Senhor. Contudo, ainda havia uma longa trajetória, até que ele realmente se tornasse um homem fiel a Deus.
Tempos depois, ele retornava para casa. Agora, estava rico, tinha uma grande família. Mas, no caminho, teria de se encontrar com seu irmão ofendido. O momento não seria fácil. Como estava com muito medo, Jacó orou ao Senhor. Mas é interessante percebermos que, em vez de dizer: “Ó meu Deus!”, ele diz: “Ó Deus de meu pai Abraão, Deus de meu pai Isaque!” (Gn 32:9). Jacó ainda não conhecia a Deus, de fato. Naquela mesma noite, ele teve uma experiência que mudou de vez sua vida: o próprio Deus veio ao seu encontro e lutou com ele. Ali, Jacó não teve apenas o seu corpo e o seu nome mudados, mas seu caráter. Esse foi o momento decisivo para ele; foi o momento da sua transformação. Agora, o Senhor era o seu Deus, porque Jacó já o conhecia.

Não importa em que família você nasceu, quanto tempo tem de igreja. Isso não basta. Você precisa conhecer a Deus. Esse momento decisivo vai chegar. O Senhor virá ao seu encontro, não para destruí-lo, mas para se tornar conhecido. Toda iniciativa parte dele, porque ele deseja ser o seu Deus, e não apenas o Deus de seus pais.

Você jamais será o mesmo, pois assim como o Senhor deixou marcas em Jacó, deixará em você também, a marca da transformação.

Fonte: Fumap

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Qual o seu preço?

Por Pr. Willian Pereira

Certa vez um jovem muito indeciso foi até a casa de um velho sábio pedir-lhe conselhos. Ao chegar lá o sábio virou-se para ele e disse que antes de dar-lhe conselhos queria saber apenas uma coisa. Então lhe propôs uma situação imaginária. Ele disse:


A primeira vez que li esta história fiquei maravilhado com a sua moral e logo percebi que ilustra muito bem a realidade das pessoas.
“Imagine que você nunca seria pego e ninguém perderia nada. Se estas circunstâncias fossem garantidas, você mentiria por cinqüenta reais”? O jovem pensou um pouco e respondeu: “É...acho que sim. Se ninguém ficasse sabendo eu mentiria por cinqüenta reais.” Então o sábio abaixou a cabeça e disse: “Tenho outra pergunta então. Você mentiria por dez centavos”? Indignado o jovem retrucou: “Que tipo de pessoa você acha que eu sou”? E o sábio respondeu: “Eu já sei que tipo de pessoa você é, estou apenas tentando estabelecer o seu preço”!
Me lembrei do dia em que Eva e Adão se “venderam” diante da sedução da serpente (Gn 3:1-6), do dia em que Esaú vendeu a sua primogenitura a Jacó, seu irmão, por um prato de lentilhas (Gn 25:29-34), e da trágica e repugnante atitude de Judas Iscariotes, que foi capaz de vender Jesus por trinta moedas de prata.
Me lembrei que, infelizmente, existem muitos jovens de nossas Igrejas que estão se vendendo, negociando sua fé por alguns minutos de sexo e por outros “prazeres da mocidade”.
Me lembrei que existem pais de família “vendendo” seu casamento, jogando tudo para o alto por causa de alguém com a idade de seus filhos!
Quantas e quantas pessoas têm negociado o seu casamento, a sua família, o seu ministério na Igreja, a sua comunhão com Deus por coisas banais, insignificantes e ilusórias!
É hora de pararmos e refletirmos: Será que vale a pena mesmo trocarmos as promessas de Deus por ilusões desta vida? Será que vale a pena trocar o certo pelo duvidoso, o eterno pelo temporal?
Não se encante com as “seduções da serpente”, não troque a sua “primogenitura” por um prato de lentilhas (se é que você me entende!); Não se venda por nada nesta vida, pois o seu preço é muito alto e já foi pago na cruz pelo nosso Senhor Jesus Cristo! (1Pe 1:17-19).

Via Sou da Promessa








quarta-feira, 15 de junho de 2011

Cristo e a dolorosa arte de podar


A linguagem de Jesus nos evangelhos é repleta de metáforas, construídas sob uma riqueza de imagens. Suas parábolas são verdadeiros convites à imaginação. Banquetes verbais que alimentam espiritualidades famintas. São mais do que simples histórias com fundo moral ou doutrinário: convidam-nos a adentrar um mundo cheio de símbolos, imagens, possibilidades, verdades, idéias e certezas do reino.

Uma particularidade bela é que Jesus nem sempre conclui suas histórias. Com isso, ele nos convida a sermos co-autores dessas histórias. Somos convidados a encontrar ressonâncias delas em nossa cotidianidade. Somos convidados a encontrar final diferente. Histórias não são como exercícios de matemática: não são exatas! Não são imutáveis, encarceradas à tirania de uma lógica (desde que aprendemos que um mais um soma dois, isso jamais mudou). As histórias são libertas dessas algemas: elas crescem conosco, amadurecem quase no mesmo ritmo que nós.

A imagem da videira constitui uma das mais profundas e inspiradoras metáforas utilizadas por Jesus no trato com seus discípulos. Nessa construção espiritual, nossa vida é apresentada como sendo os galhos ligados à videira. Ele é a videira, nós, os galhos. Uma metáfora de implicações profundas. Um convite à intimidade que produz frutos. Muita gente, na atualidade, gosta do título de “íntimo”, porém, sem produzir nenhum fruto.


Um processo longo e doloroso

Poucos conseguem compreender a grande e desafiadora verdade de que para crescer e produzir frutos o galho carece do trabalho de um agricultor experiente que, com muita precisão, amor e ternura, trabalha na realização da poda. Talvez, uma das mais belas lições desse texto seja: Deus enxerga possibilidades no galho! Jesus afirma que Deus, o Pai (questão central da espiritualidade, Deus como Pai), no início das primaveras, toma os ramos em suas mãos e começa a realizar essa delicada e incrível tarefa. O jardineiro celeste abençoa cada galho com suas mãos bondosas. Lutero dizia: “Nosso Senhor escreveu a promessa da ressurreição não somente nos livros, mas em cada folha da primavera”.

Seu trabalho é meticuloso: limpa, corta, tira o excesso propiciando às folhas e frutos a bênção de nascer saudáveis. Essa metáfora nos leva às mais profunda dimensões da espiritualidade, no lugar secreto onde habita a necessidade de manutenção da vida espiritual. Esse lugar íntimo é perigoso, é o lugar onde ilusões podem matar, onde parasitas da espiritualidade habitam, daí a necessidade de uma poda.

Crescimento espiritual não é fruto de uma somatória de eventos, experiências, informações e realizações que vamos acumulando ao longo da vida. É o resultado de um longo processo de jardinagem, onde o jardineiro experiente trabalha com o único anseio de ver o fruto brotar belo e saudável. Nosso grande problema é acreditar que a espiritualidade é determinada por aquilo que fazemos para Deus, contudo, essa metáfora deixa bem claro que, antes de fazermos alguma coisa, de darmos algum fruto, somos submetidos à poda de Deus. Portanto, o que Deus faz em nós precede o que fazemos por Ele.

Do ponto de vista de um leigo em jardinagem, a poda parece uma mutilação, uma violência, uma agressão. O processo é doloroso. A planta fica feia, sangra. Porém, esse é o caminho. Para que a planta possa produzir, eliminar os parasitas, ela precisa atravessar esse processo.

O que precisamos podar? Muitas coisas precisam ser podadas em nós. Carecemos muito da intervenção do jardineiro celeste. Os parasitas da atualidade são muito mais letais muito mais nocivos. Vivemos num século da desumanidade, da deterioração da beleza. Nossos galhos agonizam numa poeira pós-moderna asfixiante.

Uma das coisas que precisamos podar é a ambição desmedida. A busca alucinada por sucesso, fama, garantias profissionais e financeiras, segurança, estabilidade. Estamos como prisioneiros de um velho pecado que surge hoje com cara nova: a ambição. Antigamente era considerado um grande mal, hoje, é aclamada, valorizada, buscada e desejada. Foi “santificada”, transformou-se virtude. O grande problema desse parasita, é que ele, sutilmente, inverte os pólos, levando-nos a deixar de ser criaturas para sermos criadores.

Para que possamos viver plenamente, precisamos estar inseridos nos termos da criação. Isso implica viver debaixo de uma ordem definida na criação, ou seja: Deus ama e nós somos amados; Deus cria e nós somos criados; Deus revela-se e nós recebemos a revelação; Deus ordena e nós obedecemos. Isso nos leva a crescer como criaturas, aceitando o Criador, entendendo que não somos nós que damos sentido ao mundo, é Deus. Ser cristão é aceitar os termos da criação. Isso nos livra da tentação de viver num mundo sem criador. Isso nos livra de carregar um peso que não é nosso. Se o jardineiro divino podar nossas ambições, seremos livres para amar, para ser conduzidos e para ser abençoados.

Outra coisa que necessitamos ser podados é a ingratidão. Ela nos torna pessoas insatisfeitas. Nunca temos o suficiente, sempre há alguma coisa em falta (ou alguém). Perdemos a capacidade de ver Deus agindo nas pequenas coisas, a alegria de perceber sua graça nos detalhes. Como efeito colateral disso, perdemos a capacidade de confiar. Somos aprisionados na dependência de nós mesmos, numa masmorra da auto-suficiência.

Nessa busca por autoconfiança, encontramos apenas ansiedade e desespero. Fechamos as portas da alma para a presença alegre e libertadora do Espírito Santo. Somos engendrados numa teia agonizante de reclamações, onde perdemos a capacidade de perceber o cheiro das flores e o sabor dos frutos. Galhos marcados pela esterilidade.

Quando Deus poda a ingratidão, abrimos a alma para a generosidade. Valorizamos o dar ao invés do receber. Aprendemos a ir ao encontro do outro, redescobrir o bendito movimento para-o-outro, ao invés de esperarmos que o outro nos encontre. Aprendemos a oferecer a mão, o ombro, o carinho, a compaixão, ao invés de lamentar o abandono e a solidão. Ao invés de buscar bênçãos, tornamo-nos bênção para os outros. Exalamos o perfume das flores que a poda divina fez nascer em nós novamente.

Também precisamos podar a apatia ou acomodação. A apatia (do grego: a + patós: sem sentimento) é a fonte da anemia espiritual. Ela nos torna descuidados, displicentes, acomodados. Aliás, não há nada mais feio do que um jardim abandonado. As roseiras que não foram podadas no tempo certo, que cresceram desordenadas, não têm mais forças para fazer as rosas brotarem, mistura-se com o mato, tornam-se semelhantes a ele. O que o jardineiro celeste faz é limpar o mato, tirar o excesso, abrir os caminhos para a circulação da vida. Podar é possibilitar novamente o fluxo da vida, o viço da beleza, o crescimento saudável.

Quando descuidamos da vida devocional, da oração, quando o descaso para com a igreja cresce, o abandono da comunhão acontece, o mato vai crescendo e sufocando a vida. Outros hábitos vão sendo formados, passamos a gostar de outros lugares, a ter prazer noutras coisas. O mato começa a fazer parte da paisagem, toma conta do jardim. O que é mais triste é que só daremos conta do mal quando o fruto vier apodrecido, isto se vier algum fruto.

Podar a apatia ou acomodação é renovar alianças e votos. É permitir que a seiva da graça de Deus volte a correr por todos os canais, trazendo de volta a vida e a paixão por Deus, pela família, pela igreja. É voltar os olhos para o futuro e, como o jardineiro – que logo após a poda, deixa a videira mutilada e feia – saber que, após alguns dias de chuva e sol, ela renascerá cheia de vida, bela, radiante e admirada pelas cores e pelo perfume.

Uma certeza temos: precisamos da poda! É doloroso, mas necessário. Existem muitos ramos que já não frutificam. O mato tem sufocado a espiritualidade, eliminado o perfume, apagado as cores. Jesus deixou claro que o destino de tais galhos é o fogo da destruição, uma vez que já não servem. A lição que fica aqui é muito importante: Deus anseia por nos libertar de nossa própria debilidade, ele anseia mostrar ao mundo sua beleza em nós, seu perfume em nós, sua glória. É a arte do jardineiro na pobreza do galho.

Temos uma verdadeira alegria, pois ainda que as crises façam o mato crescer, temos um jardineiro atento e pronto a nos podar para que nossos frutos sejam dignos e belos.

“Você já notou a diferença existente na vida cristã entre obra e fruto? Uma máquina pode realizar sua obra; só a vida produz fruto”. Andrew Murray

Alan Brizotti

Fonte: Pastor Matias
http://www.pastormatias.com/


copiei de: Filadélfia

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Qual é o nome da sua impossibilidade?

Existem determinadas coisas que acontecem em nossa vida as quais damos o nome de impossibilidades. Essas coisas têm um grande poder: O poder de nos fazer duvidar que haja uma solução. Sim, elas se levantam diante de nós, olhamos para elas e não conseguimos enxergar uma saída e nem uma solução. Ficamos apavorados diante delas e, muitas vezes, batemos o martelo e dizemos: não é possível! É uma impossibilidade.
Num passado bem distante, um homem passou por esse momento. A impossibilidade diante de seus olhos o levou a duvidar de Deus, a duvidar que houvesse solução para a sua dificuldade, à semelhança do que acontece conosco hoje.
Ele recebeu uma promessa grandiosa de Deus: “disse o SENHOR a Abrão: (...) de ti farei uma grande nação...” (Gn 12. 2). Para ser uma grande nação é preciso ter filhos que gerem filhos. Abraão, porém, não tinha essa possibilidade, pois sua esposa Sara era estéril.

Ele continuou sua vida certamente convivendo com essa promessa feita a ele por Deus, apesar de saber que ela era uma impossibilidade diante de seus olhos. Mesmo assim ele cria, pelo menos naquele momento. Porém, o tempo foi passando e nada de filhos. A impossibilidade foi crescendo diante de seu coração. Foram quase 25 anos aguardando e nada!
Num determinado momento Abraão recebe a notícia vinda de Deus de que ele e Sara teriam o seu tão sonhado filho. “Abençoá-la-ei e dela te darei um filho; sim, eu a abençoarei, e ela se tornará nações; reis de povos procederão dela.” (Gn 17. 16)
Porém, Abraão foi impactado naquele momento pela força que a palavra impossibilidade exerceu sobre ele. A sua reação foi totalmente baseada na impossibilidade que seus olhos carnais viam: “Então, se prostrou Abraão, rosto em terra, e se riu, e disse consigo: A um homem de cem anos há de nascer um filho? Dará à luz Sara com seus noventa anos?” (Gn 17. 17)
O resultado? Deus mostrou a Sara e a Abraão que não existem impossibilidades para Ele. “Sara concebeu e deu à luz um filho a Abraão na sua velhice, no tempo determinado, de que Deus lhe falara.” (Gn 21. 2)
Essa história me faz pensar em duas coisas:
1 - Não há impossibilidades para Deus;
2 - Precisamos aprender a colocar as nossas impossibilidades nas mãos daquele que tem poder para lidar com elas e não permitir que elas ceguem a nossa fé.
Qual a impossibilidade que está te cegando?
Por André Sanchez

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O imperdoável!

Por Pr. William R. Souza Pereira

Assim que me tornei adolescente, passei a me interessar pela música Rock, conheci várias letras de muitas bandas. Mas teve uma música que me chamou muita atenção na época, não pela letra, mas pelo ritmo. Era uma música em inglês da banda Metállica e o seu nome era The Unforgiven.

Nem faço idéia de quantas vezes ouvi essa música, sei que foram muitas! Me apaixonei pela música sem ao menos conhecer o significado do seu título. Então, resolvi pesquisar sobre o significado e descobri que a tradução de The Unforgiven é: O imperdoável! É claro que na época isso não fez a menor diferença pra mim, continuei curtindo a música do mesmo jeito.
Alguns anos se passaram e eu conheci Jesus, me converti ao Evangelho, troquei o som do Metallica por louvores que engrandecem o nome do Senhor.

Em Jesus descobri que não existe ou não pode existir “o imperdoável.” Jesus demonstrou isso na cruz, ao olhar para aquela multidão que um dia havia sido amparada por Ele, mas que agora blasfemava e zombava dele, e mesmo assim disse: “Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem” (Lc 23:34). Jesus cumpriu na cruz o que Ele mesmo ensinou a Pedro em (Mt 18:35): Nada pode ser imperdoável!

Em Cristo, é possível perdoar aquilo que parece ser imperdoável.

Ore, peça a Jesus que lhe ajude a liberar perdão e você se sentirá melhor!

Via Sou da Promessa