Mostrando postagens com marcador Estudos bíblicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estudos bíblicos. Mostrar todas as postagens
sábado, 2 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Como obter a vida eterna
"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" Jo 17:3.
Jesus diz que a vida eterna é esta: "Que conheçamos, a Deus só por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviastes" João 17:3.
Jesus diz que a vida eterna é esta: "Que conheçamos, a Deus só por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviastes" João 17:3.
Mas como conhecer a Deus e a Jesus Cristo? A Bíblia diz que isso é possível por meio do evangelho. É preciso invocar o nome do Senhor, mas, ao mesmo tempo uma pergunta é feita: "Como pois invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?" Aos Romanos 10:14.
É preciso conhecer a Deus, e pela palavra do apostolo Paulo, isso se dar por meio do conhecimento da palavra de Deus.
Jesus disse que alguns receberam as suas Palavras e verdadeiramente creram que ele veio de Deus, Jo 17:8. Mas é importante saber que essas verdades não foram dadas apenas para um grupo de homens e mulheres, mas para todos. Porque também a salvação é para todos os que crêem e aceitam essas verdades de Deus. Em João 3:16 Jesus disse que Deus amou o mundo de tal forma que deu o seu filho único para que todo aquele que nele crê não morra, mas tenha a vida eterna.
Se em sua oração Jesus disse que era preciso conhecer a ele e ao Pai para obter a vida eterna, é porque alguns ali não os conheciam e hoje também existem muitos que não os conhecem. E se almejam a vida eterna precisam conhecê-los e crê . E mais uma vez enfatizo que isso é possível por meio da Palavra do Senhor João 17:20.
"Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; está é a palavra da fé, que pregamos. A saber: se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, será salvo.
Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.
Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.
Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo", Rm 10:8-13.
O Senhor não faz acepção de pessoas, o diferencial está no crê, no invocar o nome do Senhor com entendimento. Para que creiam e o invoquem, é preciso ouvir falar dele, e para que ouçam falar dele é preciso que alguém pregue a sua palavra e para que alguém pregue, é precisa ser enviado. É preciso ir!
A questão não é: será que vão crê? É preciso ir e fazer o que o Senhor mandou. Ele disse: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado Mc 16:15-16. Em Rm 10:16 diz: Mas nem todos obedecem ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação? Aqui o apostolo Paulo cita Isaías 53:1. Essa é uma palavra profética, realmente muitos não deram credito ao Senhor Jesus e ainda hoje não dão credito ao evangelho.
Com essas poucas citações já dá para concluir que: Para obter a vida eterna é preciso que conheçamos as verdades de Deus contidas na Bíblia Sagrada(Jo 5:24). Alem disso é preciso vive-las em uma vida de santidade, como o Senhor Jesus viveu. Porque só o fato de saber não vai dar salvação para ninguém. Jesus deixa claro para aqueles que achavam que iam obter salvação apenas pelo fato de examinarem as Escrituras que, era preciso algo mais. Ele disse: "vocês examinam as Escrituras porque pensam que vão ter a vida eterna"... (Jo 5:39) Não aceitavam o que a Escritura Sagrada dizia a respeito do Messias. Ele é a vida eterna, mas, não queriam ir a ele para terem vida (Jo 5:39-40).
Portanto fica aqui um conselho: se você almeja a vida eterna, aceite o ensino do Senhor. Ele é o caminho a verdade e a vida.
Por: Pr. Carlos Azevedo
Por: Pr. Carlos Azevedo
quinta-feira, 17 de março de 2011
Vamos à casa do Senhor Quando o povo se reúne para cultuar a Deus
LIÇÕES BÍBLICAS 2º TRIMESTRE - 2011 - Nº 295
Vamos à casa do Senhor
Quando o povo se reúne para cultuar a Deus
Quando o povo se reúne para cultuar a Deus
O autor do Salmo 122 recebeu um convite: Vamos à casa do Senhor! Para ele, foi um convite empolgante, que lhe causou uma excelente reação: Alegrei-me. Hoje, não podemos cometer o equívoco de ir à igreja prestar um culto a Deus por mera tradição, ou porque outros assim o fazem. O objetivo desta série de lições é levar o leitor a refletir sobre o valor do culto a Deus.
Reunidos para adorar com alegria
Venham todos, e louvemos a Deus, o Senhor! cantemos com alegria à rocha que nos salva (Sl 95:1 - NTLH).
1. Adoração e celebração!
Celebração é o mesmo que festejar, aclamar ou comemorar algo em comunidade. O culto bíblico deve ser encarado como uma festa espiritual, em que Deus, o nosso Criador e Salvador, é homenageado. É isso que nos sugere o poema que estamos estudando. Somos convidados para uma aproximação festiva e jubilosa. O salmista começa dizendo: Vinde, cantemos ao Senhor, com júbilo, celebremoso Rochedo da nossa salvação (Sl 95:1). Dois verbos se destacam aqui: "cantemos" e "celebremos" .
O verbo traduzido por "cantemos" (hb. raran), no original, significa, literalmente, "gritar de alegria" ou dar um grito retumbante".
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
O que cremos
LIÇÃO DO 4º TRIMESTRE DE 2010
LEITURA DIÁRIA
Domingo, 26 de Setembro..........Mt 28:19
Segunda, 27..........................Mt 3:16-17
Terça, 28.....................................Jo:1-3
Quarta, 29.................................Gn :1-2
Quinta, 30................................At 5:3-4
Sexta, 01 de Outubro..............2 Co 13:13
Sábado, 02................................Ef 4:4-6
LEITURA DIÁRIA
Domingo, 26 de Setembro..........Mt 28:19
Segunda, 27..........................Mt 3:16-17
Terça, 28.....................................Jo:1-3
Quarta, 29.................................Gn :1-2
Quinta, 30................................At 5:3-4
Sexta, 01 de Outubro..............2 Co 13:13
Sábado, 02................................Ef 4:4-6
PREZADOS PASTORES, MISSIONÁRIOS E OBREIROS:
Que a paz Cristo seja com vocês!
Já faz algum tempo que as séries de lições bíblicas dos três últimos meses de cada ano têm uma ênfase doutrinária. Nesta gestão 2008-2011, especificamente, já foram publicadas e estudadas duas séries com esse enfoque: Anjos: o que a Bíblia diz sobre esses seres criados por Deus (2008) e A Igreja de Cristo (2009). A atual série de lições, O fim de todas as coisas está perto: como viver o tempo que nos resta aqui na terra, está perto do fim. Temos apenas mais duas lições pela frente, a de número 12, Cuidem bem do rebanho, e a de número 13, Fiquem firmes na fé. Logo depois, iremos estudar mais uma série de lições de natureza doutrinária.
Mas essa nova série, O que cremos: as nossas crenças ponto a ponto, é, sem dúvida, diferente das duas primeiras, estudadas em 2008 e 2009. Esta é singular, especial. Sabem por quê? Porque vai tratar exclusivamente das doutrinas que acreditamos e ensinamos. Faz tempo que não temos uma oportunidade de estudar, na Escola Bíblica, as nossas doutrinas, ponto a ponto. Numa época de tantas novidades doutrinárias, é fundamental conhecermos bem o que cremos. Se as ovelhas que nos foram confiadas pelo Sumo Pastor não conhecerem bem o que cremos, correm sérios e grandes riscos.
Se não conhecerem bem o que cremos, correm o risco de serem como crianças, empurradas por qualquer vento de ensinamentos de pessoas falsas. Se não conhecerem bem o que cremos, correm o risco de deixar de dar atenção ao verdadeiro ensinamento. Se não conhecerem bem o que cremos, correm o risco de não perceber o erro dos que são contra a doutrina de Cristo. Se não conhecerem bem o que cremos, correm o risco de deixar de falar e viver de acordo com o que convém à sã doutrina. Se não conhecerem bem o que cremos, correm o risco de deixar de obedecer de todo o coração às verdades que estão no ensino que receberam.
Se não conhecerem bem o que cremos, correm o risco de não identificar os que promovem escândalos contra a doutrina que aprenderam. Se não conhecerem bem o que cremos, correm o risco de viver segundo preceitos de homens que se apostataram da fé. Se não conhecerem bem o que cremos, correm o risco de dar ouvidos a espíritos enganadores e ensinamentos que vêm de demônios. Se não conhecerem bem o que cremos, correm, enfim, o risco de parar de crescer na graça e no conhecimento daquele que as amou e a si mesmo se entregou por elas.
Por essa razão, rogamos que vocês, mais uma vez, se empenhe, ao máximo, para fazer com que as lições da série O que cremos: as nossas crenças ponto a ponto cheguem às mãos de todas as ovelhas de Cristo que vocês têm a honra de apascentar. Motivem, especialmente, os jovens, a se dedicarem ao estudo delas também. Eles também precisam de mais solidez doutrinária. Se faltar lição bíblica, adquiram junto à Gráfica e Editora a Voz do Cenáculo. Ainda há várias lições disponíveis. Contamos com a sua colaboração, companheiros.
Que vocês e os seus familiares continuem sendo abençoados por Deus em 2011.
Pastor José Lima de Farias Filho Pastor Genilson Soares da Silva
Presidente da Igreja Adventista da Promessa Diretor do Departamento de Educação Cristã
quinta-feira, 24 de junho de 2010
ALEGREM-SE SEMPRE
TEXTO BÁSICO: Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé (...), redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo. (I Pd 1:6-7 – ARA)
INTRODUÇÃO: O ano de 2010 já se iniciou sob tragédia: logo em janeiro, o mundo presenciou, através dos meios de comunicação, os resultados
do terremoto no Haiti; no fim de fevereiro, o Chile também foi vítima de um terrível terremoto; em abril, o Brasil acompanhou a tragédia no Morro do Bumba, na cidade de Niterói (RJ), sem contar outras desgraças
que não são enfatizadas pelos noticiários. Não sabemos o que mais nos espera daqui por diante. Estamos cercados de incertezas e ameaças. É difícil, diante desse quadro, percebermos motivos de alegria.
Os cristãos a quem Pedro escreveu sua primeira carta também viviam em incertezas e ameaças. Uma grave perseguição estava prestes a se desencadear pelo imperador de Roma, Nero, e eles seriam duramente provados. O apóstolo os faz lembrar que, apesar das várias tribulações que enfrentavam no presente, eles podiam se alegrar em Deus. Neste
primeiro estudo sobre a primeira carta de Pedro, nos versículos 3-10 do capítulo 1, procuraremos identificar essas razões e aplicar o ensino da palavra de Deus em nossa vida.
INTRODUÇÃO: O ano de 2010 já se iniciou sob tragédia: logo em janeiro, o mundo presenciou, através dos meios de comunicação, os resultados
do terremoto no Haiti; no fim de fevereiro, o Chile também foi vítima de um terrível terremoto; em abril, o Brasil acompanhou a tragédia no Morro do Bumba, na cidade de Niterói (RJ), sem contar outras desgraças
que não são enfatizadas pelos noticiários. Não sabemos o que mais nos espera daqui por diante. Estamos cercados de incertezas e ameaças. É difícil, diante desse quadro, percebermos motivos de alegria.
Os cristãos a quem Pedro escreveu sua primeira carta também viviam em incertezas e ameaças. Uma grave perseguição estava prestes a se desencadear pelo imperador de Roma, Nero, e eles seriam duramente provados. O apóstolo os faz lembrar que, apesar das várias tribulações que enfrentavam no presente, eles podiam se alegrar em Deus. Neste
primeiro estudo sobre a primeira carta de Pedro, nos versículos 3-10 do capítulo 1, procuraremos identificar essas razões e aplicar o ensino da palavra de Deus em nossa vida.
I. PERSEVERANDO ATÉ O FIM
A primeira carta de Pedro consiste em uma tarefa que exigia coragem: ele estava escrevendo a cristãos que já padeciam perseguições por sua fé em Jesus, que já sofriam por viverem dispersos pelas províncias romanas, e teria de dizer-lhes que padeceriam provação maior. Seria mais fácil escrever-lhes que a vida cristã é isenta de crises. Mas, como mensageiro fiel do Senhor, ele lhes prega o verdadeiro evangelho. Por isso, sem negar as tristezas do presente, procura encorajá-los à perseverança. Vamos, então, conhecer os motivos de alegria constante que Pedro apresenta aos seus leitores.
1. A certeza quanto ao passado: Para encorajar seus leitores, Pedro passa
a lembrar-lhes a grande maravilha que Deus havia feito em favor deles: Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos (v. 3). Eles foram espiritualmente preparados para enfrentar as duras provações, ao serem recordados da sua história de salvação, ao voltarem seus olhos para o passado e lembrarem que serviam a um Deus vivo que ressuscitara dentre os mortos. Pedro queria renovar-lhes a fé no Cristo vivo a quem eles serviam e amavam.
As situações que viviam e viveriam eram incertas; o mundo em que viviam
era inseguro; mas eles podiam contar com uma certeza: eram filhos amados de Deus, que, pela ressurreição de seu Filho, Jesus Cristo, lhes dera a garantia de serem novas criaturas. Eles não serviam a um Deus indiferente às suas lutas, incapaz de socorrê-los, mas a um Deus misericordioso
e poderoso a ponto de transformá-los em servos fiéis. Assim, quanto mais lembrassem a obra de Cristo por eles, mais se alegrariam, mais o amariam e mais se fortaleceriam para enfrentar as adversidades.
Em outras palavras, Pedro quer dizer que viver o cristianismo requer o exercício da memória, pois a verdadeira alegria é renovada nos salvos à medida que recordam o que Deus lhes tem feito, quão poderosamente
os resgatou das trevas para a sua maravilhosa luz, quanta mudança produziu e ainda produz em suas vontades, capacitando-os a detestar o pecado, que, antes, dava-lhes satisfação. Esse era o motivo de júbilo para os cristãos a quem Pedro escreveu e deve ser para os cristãos de todos os tempos.
O milagre da transformação de uma natureza dominada pelo pecado em uma natureza sedenta de Deus e desejosa de obedecer-lhe é a maior de todas as dádivas que o crente recebe. Isso só é possível porque Jesus Cristo derrotou de vez a morte. Pedro queria que seus leitores se firmassem
nessa mensagem e não permitissem que as adversidades ou outros ensinos apagassem essa certeza de suas mentes. Eles não deveriam permitir
que lhes fosse tirado o maior motivo da sua alegria.
2. A esperança quanto ao futuro: Além de lembrar a certeza que aqueles cristãos tinham em relação ao passado, Pedro também os encoraja
a olhar para o futuro e ver o propósito para o qual haviam sido salvos:
... para uma herança incorruptível sem mácula imarcescível, reservada nos céus para vós outros (...), para a salvação preparada para revelar-se no último tempo (vv.4a-5b). Deus os salvara para torná-los seus herdeiros. Pelas características dessa herança, apresentadas pelo apóstolo, percebemos
que se trata de um grande motivo de alegria.
O fato de essa herança ser incorruptível aponta para um futuro isento de morte, pois a ideia da palavra grega aphthartos é de algo que não perece, que é imortal. Era essa viva esperança que Pedro queria avivar em seus leitores. Para essa herança eles haviam sido salvos. O que os aguardava
no futuro era muito superior a qualquer bem ou prazer terreno. Por essa herança e, principalmente por aquele que a garantira a seus filhos, valia a pena suportarem todo sofrimento que se lhes apresentasse.
As outras duas características importantes que Pedro apresenta com relação à herança dos crentes em Jesus são: sem mácula e imarcescível. A primeira é a tradução para a palavra grega amiantos, que traz a ideia de algo puro, sem contaminação; a segunda é a tradução para amarantos, cuja ideia é de algo que permanece, que não perde o brilho. Assim, uma herança sem mácula diz respeito a uma vida isenta de pecado, de qualquer contaminação; uma herança imarcescível informa que não se trata apenas de uma vida para sempre, mas de uma vida excelente para sempre.
Não bastasse a herança ter características que apontam para um futuro
cheio de esperança, Pedro ainda afirma que ela está reservada nos céus, ou seja, trata-se de algo garantido. É o que informa o verbo grego tereo – traduzido para o português por reservada –, conjugado no tempo perfeito, cuja ideia é de uma ação completada, definitivamente. Nesse sentido, a herança dos crentes em Jesus não é uma possibilidade, mas uma certeza; não é algo que pode vir a se tornar realidade, mas já é uma realidade. Não há incertezas quanto ao que está por vir, e o que virá é o melhor! Nessa esperança está a alegria dos filhos de Deus.
10 | Lições Bíblicas – 3º Trimestre de 2010
3. A tristeza quanto ao presente: Após encorajar a confiança de seus leitores na pessoa de Cristo e na esperança quanto ao futuro, Pedro passa a tratar das adversidades que teriam de enfrentar no presente. Com essa atitude, ele deixa claro que a vida cristã não é uma fuga da realidade. O apóstolo ensina que o cristão de verdade precisa reconhecer que possui uma esperança viva no Cristo ressurreto e na herança futura, mas também precisa reconhecer que ainda vive cercado de perigos. Contudo, a intenção de Pedro é, na verdade, lembrar àqueles crentes que, mesmo em meio às dificuldades que teriam de enfrentar, tinham motivos para se alegrar.
No versículo 5a, ele apresenta o primeiro motivo de alegria dos cristãos
em meio às provações: ... sois guardados pelo poder de Deus, mediante
a fé. A importância dessa afirmação é a garantia de que as várias provações que eles enfrentariam estavam sob total controle de Deus. Diante de tamanha segurança, eles não tinham por que temer as aflições do presente, pois suas vidas estavam sob a guarda divina. A riqueza da mensagem de Pedro consiste em transmitir esperança sem negar o sofrimento.
Para ele, estar seguro em Deus é ter certeza do controle divino sobre toda e qualquer situação adversa.
O segundo motivo por que os crentes em Jesus deveriam se alegrar pela sua condição presente está na expressão: ... por breve tempo (v. 6). O apóstolo ensina que as provações têm duração determinada por Deus. Por mais variadas que fossem, as adversidades que eles passariam tinham
tempo certo para acabar; não seriam permanentes, porque o Senhor,
que está no controle de tudo, não permite que as provações de seus filhos excedam o tempo que lhes está estipulado.
Ainda no versículo 6, Pedro apresenta um terceiro motivo de alegria para os filhos de Deus, quando diz: ... se necessário. Isso diz respeito ao fato de que as provações não acontecem fora de um propósito divino. Não seria o imperador romano ou qualquer outra pessoa quem faria aos cristãos daquela época segundo bem lhe parecesse, mas era Deus quem determinara o propósito das provações que eles enfrentariam. E Pedro explica qual era o propósito: ... para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível (...), redunde em louvor,
glória e honra na revelação de Jesus Cristo (v.7).
Não é sem razão que, já de início, o apóstolo chama seus leitores à atenção para a redenção conquistada por Cristo, no passado, e para a herança
garantida para o futuro: ele queria encorajá-los a suportarem os sofrimentos do presente, que estava no total controle de Deus. Portanto, eles teriam sempre motivos de alegria, mesmo quando padecessem perLicoes
www.portaliap.com | 11
seguições, pois já viviam a nova vida que Cristo lhes conquistara e tinham a garantia de uma herança eterna e excelente. Na sequência deste estudo, veremos que esses mesmos motivos pertencem aos crentes de hoje.
II. CRER É TAMBÉM VIVER
1. Alegre-se sempre, pois Cristo conquistou a sua redenção.
As expressões: “povo sem memória” ou “povo de memória curta” são usadas para se referir a um povo ou uma nação que não valoriza seu
12 | Lições Bíblicas – 3º Trimestre de 2010
passado. Mas isso não pode se aplicar à igreja cristã, porque o povo de Deus depende do exercício de sua memória para perseverar na fé. Pedro deixa isso bem claro, quando encoraja os crentes dispersos a olharem para o passado e lembrarem a obra de Cristo por eles. Você, que faz parte
da igreja do Senhor, precisa fazer o mesmo: lembre sempre a vitória de Jesus sobre a morte. Isso tornou possível a sua transformação em uma nova criatura e encherá seu coração de alegria.
2. Alegre-se sempre, pois Cristo protege a sua herança.
Não podemos esperar por qualquer estímulo mundano para pensarmos
no futuro como motivo de alegria, porque o mundo pós-moderno a associa apenas ao presente. A sua ordem é a satisfação imediata; nada de esperas! Mas o evangelho de Jesus caminha em outra direção. É por isso que o apóstolo Pedro encoraja seus leitores a se firmarem numa esperança futura: a herança que está garantida aos filhos de Deus. Trata-se de uma certeza. Ninguém pode mudar isso, porque é o Senhor quem protege a herança de seus filhos. Portanto, você pode se alegrar desde já nessa esperança.
3. Alegre-se sempre, pois Cristo garante a sua vitória.
Os crentes a quem Pedro escreveu tiveram de passar por perseguições por causa do nome de Jesus. Com você não é e não será diferente. Você precisa manter-se fiel em um mundo que conspira contra sua fé. Muitos querem vê-lo tropeçar, só para terem um motivo a mais para zombar do evangelho. É assim mesmo: o crente em Jesus está cercado de perigos e perseguições. Mas não tenha medo! Confie naquele que garante a sua
www.portaliap.com | 13
vitória sobre o pecado, aquele que é poderoso para não o deixar cair em tentação. O Deus a quem você serve é o mais interessado em que você saia vitorioso de toda perseguição. Você é guardado pelo poder de Deus.
CONCLUSÃO: Diante do que aprendemos no texto estudado, podemos
dizer que nossa alegria tem nome: Jesus Cristo. O que ele fez por nós na cruz, sua ressurreição, seu cuidado em nos guardar em meio às provações e a esperança que mantém em nós na sua revelação são o sustento
da nossa fé. Assim, toda a certeza que temos quanto ao passado, a nossa esperança quanto ao futuro e até mesmo a nossa tristeza quanto ao presente são, para Deus, um constante agora, porque ele é eterno. E ele torna atual para nós a sua palavra, assim como era atual para os crentes
do primeiro século. Por isso, podemos ser alegres sempre.
Não permita, portanto, que outros ensinos e os estímulos do mundo pós-moderno tirem seus olhos dessa verdade. Não permita que as perseguições
e as ansiedades do presente o desviem da esperança que você tem na garantia que Deus lhe dá. Você é salvo em Jesus Cristo – se ainda não o é, aceite a mensagem da morte e da ressurreição do Senhor –; você é herdeiro de uma herança eterna e excelente e é guardado pelo poder de Deus. Alegre-se sempre nisso.
Copyright © 2010. - Igreja Adventista da Promessa Revista para estudo na Escola Bíblica. É proibida a reprodução parcial ou total sem autorização
da Igreja Adventista da Promessa.
Rua Boa Vista, 314 – 6º andar – Conj. A – Centro – São Paulo – SP – CEP 01014-030
Fone: (11) 3119-6457 – Fax: (11) 3107-2544 – www.portaliap.com – secretariaiap@terra.com.br
da Igreja Adventista da Promessa.
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ
DIRETORIA GERAL EXECUTIVA
DIRETORIA GERAL EXECUTIVA
Rua Boa Vista, 314 – 6º andar – Conj. A – Centro – São Paulo – SP – CEP 01014-030
Fone: (11) 3119-6457 – Fax: (11) 3107-2544 – www.portaliap.com – secretariaiap@terra.com.br
O CULTO À PERSONALIDADE
TEXTO: I CO. 3:4
Devemos entender o grande e grave perigo que é deixar de cultuar a Deus para cultuar homens, e de posse desse ensino, evitemos o culto a pessoas e demos o nosso culto a Jesus Cristo como lhe é devido.
Lições Bíblicas - 1º Trimestre 2007
Igreja Adventista da Promessa Revista para estudo na Escola Bíblica. É proibida a reprodução parcial ou total sem autorização
da Igreja Adventista da Promessa.
Rua Boa Vista, 314 – 6º andar – Conj. A – Centro – São Paulo – SP – CEP 01014-030
Fone: (11) 3119-6457 – Fax: (11) 3107-2544 – www.portaliap.com – secretariaiap@terra.com.br
Devemos entender o grande e grave perigo que é deixar de cultuar a Deus para cultuar homens, e de posse desse ensino, evitemos o culto a pessoas e demos o nosso culto a Jesus Cristo como lhe é devido.
Para que possamos entender essa situação: Se você eliminar as grandes personalidades do seu cotidiano, pelo menos 70% das noticia vão acabar.
A mídia precisa das personalidades que dão ibope (mesmo sendo pessoas ruins) infelizmente tem quem goste.
Isso está bem perto, dentro das igrejas, acontece através de pessoas (lideres) mal intencionados, que instrui errado e assim leva pessoas a idolatrá-los. Com tudo isso o que vemos são pessoas e grupos fragilizados, mais dependentes do homem que de Deus.
Veremos como o apostolo Paulo enfrentou tal problema nos seus dias. Para isso temos que fazer uma viagem ate a Cidade da Grécia, cheia de pecado e corrupção, destruída pelos romanos em 146 a.C. e reconstruída em 46 d.C. “Coríntio” era sinônimo de “imoral”, “depravado”. Em Corinto havia um templo dedicado ao culto de Afrodite, deusa do amor. Nesse templo havia mil prostitutas CULTUAIS, que atraíam adoradores de todo o mundo antigo. Em Corinto Paulo fundou a igreja que serve de modelo para a nossa meditação. (At 18.1-18).
A necessidade do povo fez com que o apostolo ficasse ali cerca de 18 meses. Esse tempo é o suficiente para o apostolo Paulo descobrir o grave problema que havia ali.
Uma grave crise relacional o culto à personalidade como o favorecimento de um em detrimento de outro (I Co 4:6). O apostolo recebe informação daquele povo quando ainda está em Éfeso (I Co 1:11), chegando ali o apostolo começa a sua orientação destacando os perturbadores da ordem, os separatista, segundo o cap/3 já haviam se repartido pelo menos em quatro grupos (os de Apolo, Paulo,Pedro e de Cristo).
A característica dos grupos era o espírito faccioso, contencioso. No grego, contenda, disputa, discussão, intriga, confusão, briga.
Essa era a real situação em corinto quando Paulo escreveu sua primeira carta: contendas, divisão e facção, briga (I Co 1:13).
· Observamos como a divisão foi personalizada: (pedir para alguém fazer essa parte da leitura na lição) pagina 20.
· Já que nem Apolo, Pedro, Paulo nem Cristo eram a favor dos grupos equivocados (ate mesmo os que seguiam a Cristo) qual a atitude de Paulo? Pedir a alguém para lê pagina 21.
· O que o apostolo ensina com as três pergunta? Jesus não está dividido, (pedir a alguém pra lê) pagina 21-23.
· Paulo cita o nome das pessoas que, sem desejarem, haviam sido erguidas pelo povo como personalidades a serem reverenciadas, na mesma medida de Cristo... pagina 23
· Mas de que maneira esse problema poderia se resolver? Não havendo facções, não haveria lideranças isoladas... pedir pra lê pg/23
· O que podemos aprender com tudo isso? Como igreja de Cristo, precisamos aprender com Paulo, que, ao ver essas coisas acontecendo, ao perceber que o culto aos homens assumiu o lugar do culto a Cristo, tomou a Bíblia, explicou o evangelho, combateu os lideres carnais, enfrentou os insubmissos e foi franco com a igreja. O culto à personalidade cria divisões e precisa ser enfrentado.
· Para evitar o culto à personalidade, a igreja de hoje precisa procurar fortalecer as qualidades espirituais de cada membro, sem que um se sobressaia ao outro. Os irmãos precisam entender que as Escrituras Sagradas afirmam que Jesus Cristo já nos uniu, nos tornou um, quebrou a parede da separação, derrubou os muros das indiferenças, e, por isso, em vez de elevação, de superposição, é necessário humildade e mansidão, para preservar a unidade, a igualdade, a fraternidade (Ef 4:2-3). O culto à personalidade deve ser prevenido com o fortalecimento das qualidades espirituais.
· Para evitar o culto à personalidade, cada salvo precisa admitir, com atitudes, que tudo o que realiza na vida e na igreja é fruto da graça e da misericórdia divina. Por essa razão, ninguém deve usar os dons espirituais, as funções ministeriais, para servir ao outro com a intenção de manter a gratidão deste para si. Os coríntios pecaram ao batizarem pessoas e as manterem para si,
espiritual e emocionalmente dependentes.
Vimos o problema da igreja de corinto, que recebeu de Deus por intermédio do apostolo Paulo a orientação para solução do problema. Nos dias atuais a igreja enfrenta problemas semelhantes a esse enfrentado pela igreja de corinto, mas o mesmo Deus que usou Paulo para orientá-la, uso outros também, por tanto para que problemas sejam solucionados o que devemos fazer é: obedecermos às orientações divinas que nos são dadas por intermédio de lideres comprometidos com Cristo e sua verdade. Sem espírito faccioso devemos fazer tudo para a gloria de Deus, sem procurarmos atrair para nós todas as atenções e sim fazermos o que for possível para que o nome de Cristo, apenas o nome de Cristo receba toda horra e toda a gloria.
Lições Bíblicas - 1º Trimestre 2007
Igreja Adventista da Promessa Revista para estudo na Escola Bíblica. É proibida a reprodução parcial ou total sem autorização
da Igreja Adventista da Promessa.
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ
DIRETORIA GERAL EXECUTIVA
DIRETORIA GERAL EXECUTIVA
Rua Boa Vista, 314 – 6º andar – Conj. A – Centro – São Paulo – SP – CEP 01014-030
Fone: (11) 3119-6457 – Fax: (11) 3107-2544 – www.portaliap.com – secretariaiap@terra.com.br
sexta-feira, 19 de março de 2010
Mais que palavras
Afeto
TEXTO BÁSICO: Eu vos tenho amado, diz o Senhor (...). Não foi Esaú irmão de Jacó? – disse o Senhor; todavia, amei a Jacó, porém aborreci a Esaú; e fiz dos seus montes uma assolação. (Ml 1:2-3a)
INTRODUÇÃO: Malaquias inicia sua tarefa sem se apresentar. Preferiu ser somente um simples mensageiro. Aliás, esse é o significado do seu nome. Sua origem, seu nome e sua história não eram mais importantes que a palavra proferida por Deus. “Queria ser fiel e não famoso”. Usando o método literário de perguntas e respostas, ele expõe os pecados da geração pós-exílio. Eles haviam reconstruído o templo com todo fervor, mesmo diante de hostilidades. Mas, quase sessenta anos depois deste evento, a indiferença já tomava conta do povo de Deus. É nessa época de fé acomodada que vive Malaquias. Ele seria o último profeta antes que a voz divina se calasse por um período de 400 anos. Nesta lição, veremos o primeiro diálogo divino da profecia.
I. FALA SENHOR!
O ânimo espiritual do povo de Israel já não era o de antes. As reformas no Templo e no muro, realizadas por Esdras e Neemias, respectivamente, já haviam sido esquecidas, bem como sua influência sobre o entusiasmo espiritual que marcou aquele tempo. Ter um relacionamento íntimo com Deus havia se tornando irrelevante para o povo. O retrato do povo era de ceticismo e sonolência espiritual. Com base neste contexto de degeneração da fé, hipocrisia, indiferença, infidelidade, falso culto e arrogância, é que este diálogo acontece. Um diálogo que serviria para exprimir o afeto de Deus para com o seu povo.
1. Eu vos tenho amado: Esta é a primeira afirmação de Deus a Israel. Que forma mais expressiva e sugestiva para o início de uma conversa! É assim que Deus inicia seu diálogo, declarando seu amor deliberado e imutável por seu povo. Apesar do marasmo espiritual de Israel, Deus afirma seu amor contínuo. Observe a expressão “tenho amado” que caracteriza a continuidade e eternidade desse amor. Era como se Deus dissesse: “Olhe para nossa história. Eu os amei ao longo de todos estes anos, a despeito de tudo o que vocês fizeram”. Isso, provavelmente, se constitui um apelo para que se desfizesse a barreira da descrença, e uma tentativa de encorajamento.
Mas numa pergunta que beira a audácia “Em que nos tens amado?”, Israel questiona a veracidade do incondicional amor de Deus. Observando a realidade da própria nação presumia que Deus não o amava; por isso não mais correspondia a esse amor. Ingratos, os israelitas começaram a questionar a providência de Deus em seu favor, e se realmente valia a pena continuar a servi-lo. Esses pensamentos foram exteriorizados em rituais vazios, trapaças nos dízimos e ofertas e indiferença para com os mandamentos. Deus os disciplinou, mas não viram nisso o amor, como de um pai que ensina o filho; ao contrário, sentiram-se injustiçados. A insensibilidade levou-os a questionar o inquestionável amor divino.
2. Não foi Esaú irmão de Jacó?: Vamos relembrar a história. Isaque orou ao SENHOR em favor de sua mulher, porque era estéril. O SENHOR respondeu à sua oração, e Rebeca, sua mulher, engravidou (Gn 25:21). Rebeca teve gêmeos bem diferentes: Esaú, o primogênito, e Jacó, que nasceu com a mão agarrada ao calcanhar do irmão. Ambos cresceram e, sem dúvida, cometeram graves erros. Esaú, sendo o mais velho, estava em vantagem para herdar as bênçãos da aliança feita por seu avô, Abraão. A Bíblia não afirma que Jacó era merecedor do amor divino ou que agradava mais a Deus do que seu irmão. Mas o fato é que Esaú rejeitou seu direito de primogenitura facilmente, ao vendê-lo a Jacó. Não deu a devida importância e valor às bênçãos oferecidas por Deus. É evidente que Deus não aprovou a malandragem cometida por Jacó, pois, como dissemos anteriormente, ele não tinha qualquer mérito por ser alvo do amor de Deus. A despeito de sua insignificância (Dt 7:7-8), o Senhor o amou e achou por bem fazer de sua descendência um povo escolhido. Em sua soberania intocável, ele escolheu Jacó.
3. Amei a Jacó, porém aborreci a Esaú: Desatento ao amor divino, o povo precisava de evidências que o comprovassem. Então, Deus relembrou ao povo que seu amor foi traduzido em ações constantes através da história.
Mesmo tendo Jacó enganado seu irmão e mentido a seu pai, Deus o amou de forma paciente e fez de sua descendência um povo especial. Este, da mesma forma, voltou-se contra Deus, provocou inúmeras vezes a sua ira. Ainda assim, o Senhor nunca desamparou seu povo, mas permaneceu fiel a sua aliança, em cada momento da história. A expressão “aborreci a Esaú” não se refere a um destino eterno de Esaú.
Simplesmente significa que Deus escolheu Jacó, em vez de Esaú, para ser aquele através do qual a nação de Israel e o Messias viriam. Deus também permitiu a Esaú formar uma nação, Edom, que, por sua vez, se tornou grande inimiga de Israel e viveu uma vida profana e pecadora. Por escolher a Jacó e sua descendência, Deus cuidou deles de um modo especial. O aborrecimento divino consiste em que Deus escolheu perpetuar a linhagem do povo escolhido por meio de Jacó e não de Esaú.
4. E fiz dos seus montes uma assolação: Tal como seu pai, Esaú, que preferiu comida ao direito de primogenitura, seus descendentes tinham outras preferências ao invés das espirituais. O sistema de valores de Esaú estendeu-se a toda a sua descendência. Jacó e Esaú haviam se reconciliado, mas a amizade restaurada não perdurou aos seus descendentes. Instaurou-se uma rivalidade por parte dos edomitas, que se tornaram irracionais e extremamente perigosos para Israel. Desgraças e matanças foram os resultados da hostilidade. Para confirmar, leia um dos episódios: Nm 20:14-21.
A antipatia era tão profunda que desejavam ardentemente a ruína da nação irmã. Inclusive contemplaram alegres a destruição de Jerusalém, quando o povo foi capturado. O bem-estar do povo escolhido dependia da derrota destes inimigos. Israel desejava o favor divino, a fim de melhorar as circunstâncias de sua vida. Seu pedido foi atendido, e a profecia de Joel se cumpriu: “... Edom se fará um deserto assolado, por causa da violência que fizeram aos filhos de Judá, em cuja face derramaram sangue inocente” (3:19). Devido sua arrogância, não ficaram imunes; para eles não houve restauração.
O amor de Deus por seu povo é um amor declarado que se manifesta ao longo de toda a sua história. A insensibilidade do povo os levou a duvidar da autenticidade do amor divino e, consequentemente, a praticar um culto insincero. Mas, mesmo com toda a depravação moral e espiritual do povo, Deus o amou continuamente e tratou de evidenciar seu amor. Deus afirmou que o havia escolhido para ser uma nação especial e que o amaria independentemente de sua insensibilidade e ingratidão. Vejamos a seguir, qual deve ser nossa postura perante o imutável amor de Deus.
II. NÃO SEJA APENAS OUVINTE!
1. Não questione o amor soberano de Deus. Após muitos anos de exílio, Deus permitiu que o seu povo retornasse para Jerusalém. Com o auxílio divino, Israel também pôde reconstruir o Templo e os muros de sua terra. A volta foi acompanhada por uma renovação espiritual marcante. Contudo, com o passar do tempo, o fervor da renovação se perdeu. O povo se tornou indiferente. Com rituais vazios, expressava uma fé oca. Entretanto, apesar de tudo isso, o Senhor disse: Eu sempre vos amei (Ml 1:2). Que declaração formidável! Apesar dos pesares, Deus nos ama. Essa é uma verdade que transcende gerações! Como entender tão grande amor? Por mais que tentemos, nunca iremos conseguir. O amor dele por nós é soberano e incondicional. Ele nos ama, e ponto. É livre e escolheu amar-nos.
2. Não despreze o amor corretivo de Deus. Israel se alegrava quando Deus trazia o julgamento para outras nações.
Entretanto, não aceitava quando a disciplina lhe era direcionada. Como um pai que ama seu filho, Deus corrige seu povo, a fim de direcioná- lo ao caminho certo. Aceitar a disciplina divina implica uma postura de humildade. Ela não é motivo para o desânimo, mas de encorajamento, porque nos conduz à restauração (Hb 12:5-6). Você se considera um filho de Deus? Sujeite-se à disciplina de seu Pai! Não a despreze; ela é prova do seu amor: pois o Senhor disciplina a quem ama (Hb 12:6a – NVI).
3. Não recuse o amor gracioso de Deus. O amor de Deus se manifestou a Jacó antes de ele nascer. Ele e seu irmão, Esaú, haviam nascido em pecado e cometeram pecados graves.
Nem eles nem seus pais e avós mereciam coisa alguma da parte de Deus. Todavia, Deus, por pura graça, escolheu amar Jacó. Da mesma forma, ele nos amou, não porque previu que creríamos nele. A fé que temos nele é consequência desse imenso amor. O amor divino se manifestou a nós quando éramos escravos do pecado: Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores (Rm 5:8). Não temos mérito algum por sermos alvos desse amor. Não havia nada em nós que pudesse despertar esse amor em Deus. Por isso, não o recusemos!
CONCLUSÃO: Não tenhamos os olhos fechados para o amor de Deus. Ao contrário, como a nação escolhida para anunciar a Jesus Cristo, façamos isso com alegria. Lembremos que nós, povo escolhido, não temos qualquer autoridade para chamar o mundo perdido ao arrependimento, antes de acertarmos nossa vida com Deus. Sendo o povo que conhece a verdade acerca do arrependimento e da salvação, concertemos nossa vida diante de Deus, a fim de proclamar as boas novas. O amor de Deus pelo pecador precisa ser anunciado com vivacidade. Gratos, retribuamos seu infinito amor!
Lições Bíblicas - 2º Trimestre de 2010
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ
DIRETORIA GERAL EXECUTIVA
DIRETORIA GERAL EXECUTIVA
Rua Boa Vista, 314 – 6º andar – Conj. A – Centro – São Paulo – SP – CEP 01014-030
Fone: (11) 3119-6457 – Fax: (11) 3107-2544 – www.portaliap.com – secretariaiap@terra.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)







