segunda-feira, 24 de outubro de 2011

É preciso fazer discípulo!

Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade. E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; João 17.18-20

Na semana passada tive o privilégio de ir à escola onde meu filho estuda e vê-lo receber uma medalha como uma das melhores notas da sua sala, lógico que como pai fiquei muito orgulhoso. Ao fim do evento a diretora me pediu para fazer uma oração por todos, o que atendi prontamente.

Terminado o evento quando eu e minha esposa estávamos saindo fomos abordados pela diretora, após alguns minutos de uma conversa bastante informal, a diretora abriu um sorriso e nos disse: Olhar para seu filho, é como olhar para vocês.

No trecho acima, Jesus conversava com o Pai sobre seus discípulos, falava sobre a responsabilidade de ser um mestre, formador de discípulos, da importância de se preparar para preparar outros e de deixar um exemplo para gerações vindouras.

Jesus se preocupava com detalhes, tinha um objetivo, uma missão que passou não somente para aqueles que estavam juntos com ele, mas deixou claro que seria para todos quanto o quisessem seguir.

Creio que deste texto podemos extrair algumas lições para nossa vida.

1º Formar discípulos tem um preço. (E por eles me santifico a mim mesmo)

Quando decidimos formar um discípulo, há um preço a ser pago, precisamos entender que passamos a ser o referencial daquela pessoa, abrimos mão daquilo que achamos certo para vivermos o que realmente é certo.

Formar um discípulo demanda tempo, exige de nós a doação, mais que do tempo, da própria vida. E isso não significa ou garante que todos nos seguirão ou serão como nós, mas que eles passam a ter um referencial para olharem e se direcionarem.

2º Sensibilidade (para que também eles sejam santificados na verdade)

As pessoas têm desejos, sentimentos, necessidades particulares, a forma como nos doamos e nos entregamos para que haja uma mudança real na vida do outro, permite a essa pessoa conhecer a verdade e desfrutar do melhor de Deus para sua vida. Não é fácil, mas entendo que só assim é que vamos formando pessoas apaixonadas por Jesus.

Discípulos necessitam de atenção, de cuidado, de palavras de encorajamento, necessitam sentir que são amados e acima de tudo, precisam descobrir o valor real de ser um discípulo, o para onde as lições que estão aprendendo os estão levando.

Jesus sabia disso, chamava a atenção quando necessário, mas acima de tudo, preocupava-se em ensiná-los na verdade.    

3º Objetivo futuro (E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim)

Você não marca a história pela casa que você construiu, pelos carros que você teve, pelas roupas que você usou, pelo corte de cabelo revolucionário. Você marca a história pelas vidas que você influenciou e que por sua causa foram transformadas.

Qual o objetivo de sua vida?

Ninguém disse que é fácil. Formar discípulos é um desafio, mas é preciso entender, de uma forma ou de outra que você tem discípulos, sejam eles, seus filhos, seus irmãos, seus colegas de trabalho ou suas ovelhas.

O que importa realmente, é que discípulos você está formando. Se seus filhos repetirem sua história tudo bem?  Se dependesse somente de seu estilo de vida para que o projeto de Jesus Cristo tivesse sucesso, tudo bem? 

Como referência, Jesus pode contar com você para formar discípulos?

Fonte: Instituto Jetro

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Missões, desafio de nosso tempo


Quando se pára a fim de pensar se é possível para a igreja alcançar as quatro áreas geográficas de Atos 1.8: “Jerusalém, Judéia, Samária e até os confins da terra”, deve-se permitir-se ser orientado nos três desafios missionários de nosso tempo. E eu percebo que “missões transculturais” tem a ver com o desafio da igreja de alcançar todos os povos da terra com a mensagem do evangelho.

Um conceito missiológico importante que retiro de uma palestra de Samuel Escobar é: “Evangelização é, então, a chamada a esses que estão fora para que entrem como filhos do Pai na abundância da vida eterna em Cristo pelo Espírito, e na alegria de uma comunidade amorosa, na comunhão da igreja”.

Deus tem os seus filhos eleitos que, no tempo aprazado se achegarão ao filho conduzidos pelo Espírito (João 6.37, Romanos 8.14) e consiste em necessidade por parte da igreja de uma abordagem que vença sim, os obstáculos culturais, lingüísticos, geográfico e de pensamentos diversos para consumação da obra do Senhor Jesus em nosso tempo.


(a) Temos de orar.

A oração é a chave para resolvermos o grande “problema missionário” que é justamente a distância que existe entre a igreja que envia, e pensa que por conta disso já tem a sua consciência aliviada e abandona o missionário no campo com suas crises humanas, desconsiderando por completo que o mesmo é gente, e vez por outra, enfraquecida pelos desafios do seu hercúleo trabalho!

Pela oração o crente da igreja local faz missões! Ele não apenas se embebeda de informações e pelos números eloqüentes do trabalho além das suas fronteiras, mas ele participa, “veste a camisa”, sua o suor do missionário!

(b) Temos de contribuir.

Não gosto muito das atuais pesquisas expedidas por entidades denominacionais, inclusive a minha, que fala em termos de 1 real por crente brasileiro para missões! Não considero que seja justo fazer tal maquiagem numérica, isso porque não contempla com reconhecimento daqueles que se sacrificam a ponto de passarem os meses de campanha missionária tendo de sobreviver com parcos recursos para dedicar 30%, 50% e até 90% dos seus ordenados, tudo pela causa missionária!

A matemática fria enfraquece o coração, porque não leva em conta o fato de que, se há crentes medíocres que não colaboram em nada para a obra missionária, também podemos verificar nas mais diversas denominações evangélicas de nosso pais homens e mulheres que se doam para missões transculturais com a alma cheia de contentamento e gozo espirituais!


(c) Temos de ir.

Edison Queiroz denuncia: “Hoje em dia verificamos uma falta de compromisso no meio do povo evangélico. O povo quer somente receber. Poucos estão dispostos a dar, servir e trabalhar para o reino de Deus”. Li essa semana um artigo muito interessante de Robinson Cavalcanti em que ele suspira de saudades pelo tempo em que ser evangélico em nosso pais não era status, e sim martírio. Há jovens em nossas igrejas dispostos a ir para os campos, mas não se inclinam para a obediência porque estão ainda contaminados pelo espírito do deus desse século, Mamom (divindade das riquezas materiais).

Sei que muitos dos nossos futuros missionários vão ficar em nossas cidades mesmo. É conveniente afirmarmos que está certo a observação logo no inicio do texto sobre “missões transculturais” em nossa apostila. E, concordo que isso não é desperdício e sim propósito divino. Agora não me sossega o coração saber que, muitos não estão indo, porque falta na igreja uma visão de entrega e de priorização das coisas genuinamente espirituais. Ora, numa igreja em que um tijolo vale mais do que um missionário, está decretada a falência da visão espiritual desse rebanho, e no lugar de Cristo já está entronizado um falso deus, e o consumismo terá ganhado a batalha contra o cristianismo!

Fonte: Familia Matioli

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Advogada ateísta lança seguro contra arrebatamento para americanos

O pastor Harold Camping afirma que o arrebatamento ocorrerá no próximo dia 21, os maias acreditavam que o mundo acabaria em 2012, a Bíblia diz que Jesus pode voltar a qualquer momento.

O que fazer com os seus entes queridos e suas posses quando isso ocorrer? Se você é um bom cristão não tem com o que se preocupar, mas e os seus parentes que não compartilham da sua fé, e o seu bichinho de estimação? Procurando resolver qualquer tipo de preocupação quanto a isso, a advogada Cynthia MacGregor promete lhe dar tranquilidade em relação a tudo o que você pode deixar para trás.

Ela criou o que chama de ”Procuração religiosa”, que funciona como espécie de seguro contra o fim do mundo. Por 130 dólares você pode deixar aos cuidados de Cynthia e sua equipe todas as questões que afligem os crentes que não estarão mais na Terra para supervisionar as coisas.

“Tenho certeza que você entende o poder de um bom advogado “, ela aconselha, “uma pessoa que você escolher poderá cuidar de seus negócios, suas propriedades, animais de estimação, pais, filhos, amigos, em sua ausência durante um evento religioso que afetar sua vida”.

Como ela não acredita no que a Bíblia diz nem nas previsões do final do mundo, e portanto não será arrebatada, ela garante que irá cuidar de tudo pessoalmente.

Seja qual for a calamidade, o seguro religioso do escritório de MacGregor entra em vigor assim que qualquer um dos seguintes eventos ocorrer:

O arrebatamento do dia 21 de outubro, Fim dos Tempos, O Fim dos Dias, A hora final, A tribulação, A guerra do Armagedom, A chegada do Anticristo, A Segunda Vinda, Dispensação Final, O Juízo Final, O Dia do Juízo, Dia do Julgamento, O Último Dia, O dia do Juízo, O fim do mundo.
Se você é de outra religião e espera por qualquer evento de extinção, também existes alternativas de seguro contra:

O fim do mundo segundo o calendário maia, A Kali Yuga, A Idade das Trevas, O declínio do Budismo, O julgamento de Maomé, Uma invasão alienígena. 


Fonte: Gospel Prime


Presbiteriana do Brasil esclarece polêmica do pastor gay

Após a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos ordenar um pastor gay, o reverendo Roberto Brasileiro Silva, presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), disse ao Verdade Gospel nesta segunda-feira que não há nenhum relacionamento entre a IPB e a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos.


Ele afirmou também que a IPB é contra o casamento de pessoas do mesmo sexo e que considera o homossexualismo pecado.


Entenda melhor o caso


A Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos acolheu de volta um pastor que teve de renunciar ao cargo por ser gay, de acordo com informações da agência de notícias Associated Press.Depois de 20 anos afastado, o pastor Scott Anderson foi novamente ordenado neste sábado. A ordenação ocorreu em sua casa em Madison, Wisconsin.“Quem conhece Scott vê seu extraordinário dom de ministério, a sua capacidade de pregar a palavra, sua compaixão, sua humildade”, argumentou Jennifer Sauer, 41 anos, que frequentava a igreja de Anderson.Durante entrevista recente, Anderson, 56 anos, lembrou que omitiu sua sexualidade de 1983 a 1990, quando renunciou ao ministério após um casal descobrir que ele era gay.“Esse foi realmente o melhor e o pior momento da minha vida”, declarou Anderson. “Foi o melhor porque eu era capaz dizer, pela primeira vez, quem eu era. Mas havia também a tristeza de deixar o que eu amava.”A Ordenação do pastor Scott na Igreja Presbiteriana foi aceita após anos de debate sobre a permissão de ministério para gays. A nova constituição da igreja prevê a aceitação de homossexuais. 

fonte: Gospel 10